domingo, 23 de maio de 2010

Copa do Mundo - Use e abuse...


(Gente Miúda)

ZAKUMI - MASCOTE DA COPA DO MUNDO 2010

O que podemos dizer dele? O certo é que Zakumi será o primeiro a entrar na dança e o último a sair da maior festa do mundo: a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010. Ele quer dançar e divertir o máximo de pessoas que puder. Ele é um animador de torcedores, jogadores e árbitros, das crianças das escolas, dos adolescentes e também das crianças já crescidas.

É desnecessário dizer que Zakumi está orgulhoso demais por ser a Mascote Oficial e determinado a ser o melhor anfitrião para todos os que visitarem a sua pátria amada. Ele simboliza a África do Sul e todo o continente africano por meio da sua autoestima, orgulho, hospitalidade, habilidades sociais e grande coração.

Zakumi é um amiguinho alegre, confiante, aventureiro, espontâneo e até bem astuto. Ele adora aparecer em público e sempre segue o seu instinto e intuição, apesar de tender a exagerar um pouco em determinados momentos. Muitas vezes, você poderá vê-lo se divertindo e provocando as pessoas, mas sem nenhuma maldade. Ele é bondoso e carinhoso e quer fazer quantos amigos puder.

Ele adora jogar futebol, por ser uma ótima maneira de interagir com outras pessoas e quebrar as barreiras do idioma. Por isso, está sempre com a sua bola, convidando todo mundo a jogar com ele.

Zakumi é fanático por futebol. Um dia acordou e resolveu pintar o cabelo de verde, pois acredita que é a melhor maneira de se camuflar no verde do gramado; algo parecido com as suas pintas quando sai a caçar!

Ele também possui um ponto fraco. Para ter tanta energia, precisa de muito descanso. Às vezes, no meio de uma apresentação no palco, ele pode, de repente, pegar no sono ali mesmo sem mais nem menos! Mas, com certeza, estas são apenas pequenas pausas de que um leopardo do seu calibre precisa para recarregar as energias.

Nos últimos anos, Zakumi viajou por todos os locais da África onde há um bom habitat para o leopardo - ou seja, quase todos os lugares, desde as grandes savanas, florestas e selvas até as áreas montanhosas e mesmo os desertos. Assim, ele aprendeu a se adaptar a novos ambientes, aproveitando a diversidade da natureza e do povo em todo o continente africano.

O nome "Zakumi" é composto por "ZA", sigla da África do Sul, e "kumi", que quer dizer "10" em diversas línguas africanas.

O principal objetivo de Zakumi é transformar a Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 em uma enorme, alegre e inesquecível festa e mostrar aos milhares de convidados internacionais o entusiasmo e o espírito do continente africano.

IDÉIA CRIATIVA

Sugestão de capa de trabalhos....

sábado, 15 de maio de 2010

POESIA COM ARTE

O SAPO

O sapo era verde

saltava no chão
fugia de mim
não comia na mão

gostava bem dele
tocar-lhe eu queria
mas o grande maroto
num salto fugia

numa tarde de sol
na relva apareceu
é agora malandro
que te faço meu

consegui agarrá-lo
fiz-lhe muitos mimos
até lhe dei beijos
gostou dos carinhos

voltou outras tardes
à minha procura
agora não foge
salta com doçura

vem pra minha mão
e aceita o carinho
e volta para o tanque
quando fica sequinho

domingo, 18 de abril de 2010

DATAS COMEMORATIVAS

TRABALHAR OU NÃO TRABALHAR? EIS, A QUESTÃO!
Bete Godoy

Tenho recebido várias perguntas de educadores que visitam o blog relacionadas as datas comemorativas, as mais recorrente são: se elas devem ou não compor o currículo na educação infantil; como a família pode participar efetivamente indo muito além da situação de expectador das apresentações feitas pelas crianças e como este assunto é tratado no cotidiano da escola.

Diante dos contínuos questionamentos partilho como temos respeitado os valores culturais, religiosos, econômicos e éticos das crianças e suas famílias sem empobrecer o trabalho pedagógico. No início do ano quando escrevemos o plano de trabalho reservamos um momento para decidir e conversar sobre algumas especifidades dos conteúdos que trabalharemos, entre eles, as datas comemorativas.

As datas comemorativas estão sempre presentes em nossas reflexões porque estamos aprendendo a lidar com novas situações de aprendizagens para compor um currículo e ampliando os saberes já construídos. Avançamos muito mas, como todo ano recebemos novos professores retomamos avaliando os avanços e dificuldades no planejamento e desenvolvimento das nossas práticas.

Alguns anos atrás era comum ver nos painéis e espaços da escola produções realizadas por professores e na sua grande maioria de E.V.A, ou de origame, isso sem contar nos kits de festa que eram reaproveitados para recepcionar as crianças e famílias marcando a comemoração de uma data comemorativa.

Quem não se lembra de ver nos murais do pátio da escola o caipira, a fogueira ao meio e a capirinha? Outra marcante é o coelhinho da páscoa com a cesta de ovos na mão. Natal, dia das mães, dia do livro, dia da árvore, dia do circo e por aí a fora.

Quando observamos os espaços e neste caso estou me referindo as paredes e murais da escola a luz de boas teorias percebemos o quanto eles revelam a nossa concepção sobre educação e desvela como cada educador traduz isso em sua prática pedagógica.

Partindo desta premissa algumas perguntas alimentaram a nossa discussão, reflexão e ação:

1-Qual a relevância deste trabalho para o desenvolvimento infantil?
2-Como respeitar a diversidade cultural das crianças e famílias?
3-Quais as possibilidades de aprendizagem e vivência?
4-Como realizar um trabalho onde as crianças possam pensar, criar e conversar sobre este assunto sem tratá-lo como mera reprodução mercadológica?
5-Como as famílias poderão participar ampliando a cultura local, partilhando seus saberes e fortalecendo vínculos com a escola?
6-Como os dados coletados na pesquisa socioeconomica realizada todo inicio de ano pode contribuir para conhecermos a cultura local?

Durante essa tempestade de idéias muitas outras questões surgiram, mas, acredito serem estas as geradoras de outras boas perguntas. Cabe a cada unidade educacional poblematizar a partir de seus saberes e fazeres.

As primeiras ações serão marcadas pelo espanto e insegurança por parte dos educadores, sair da zona de conforto (do prático mesmo que inútil) para a construção significativa para a criança exige ousadia pedagógica.

ARTE COM ROLHAS






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