terça-feira, 19 de março de 2019

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OUTONO COM ARTE

No Outono, todos temos mais sono.

As andorinhas não são galinhas.
As aranhas, gostam de castanhas?
E as nozes, têm vozes?
As romãs, serão irmãs das rãs?
E as avelãs, serão tias das maçãs?
As uvas não usam luvas!
No Outono, o Sol fica mole.
A chuva miudinha molha a pinha.
O vento vai ao casamento, no convento.
O tio não gosta do frio, fica sem pio!
E assim acaba a brincadeira
que não deu canseira.

ARTES DE PÁSCOA

DIÁRIO DE BORDO

Na educação infantil, o registro é um poderoso instrumento de avaliação que acompanha a evolução do processo educativo da criança. Registrar significa expressar de forma documental um fato ou um acontecimento, ou seja, é uma maneira de marcar, mencionar, anotar esses acontecimentos e fatos. Dessa maneira, o que é dito, falado, passa, pois as palavras são passageiras, entretanto, o que é registrado permanece, comprova, documenta, cria memória e história. 
No Brasil, historicamente, nunca houve muita preocupação com os registros na educação infantil por seu caráter assistencialista. Foi a partir da promulgação da LDB, em 1996, e das publicações das Diretrizes para Educação Infantil que a educação infantil passa a ser considerada uma etapa importante da educação básica, que, apesar de não ter caráter de aprovação e retenção, deve sempre ter a preocupação com os avanços no desenvolvimento integral de cada criança matriculada.  
Nesse contexto, o registro na educação infantil se torna um instrumento importantíssimo para criar e recriar a prática educativa a cada avanço no processo de construção do conhecimento e desenvolvimento de cada criança. 
Ele permite a reflexão, objetiva e novos direcionamentos, redirecionamentos e realinhamentos do trabalho do professor. Além disso, o registro auxilia na conscientização quanto à função docente, pois à medida que escrevemos organizamos o pensamento, recuperamos detalhes, criamos uma lógica para os fatos, uma ordem de estrutura e de memória, o que propicia um processo reflexivo sobre o contexto e sobre a própria prática docente, que auxilia o processo de avaliação do desenvolvimento de cada criança de forma integral.  
DIÁRIO DE BORDO 
O diário tem a função de garantir o diálogo intrapessoal. Nele são registrados fatos ocorridos e sentimentos inerentes a esses acontecimentos, como dificuldades, facilidades, dúvidas, surpresas, conquistas, entre outros. 
Não existem regras para se escrever o diário. Ele tem uma característica muito pessoal de quem o escreve. Em determinado momento, a escrita pode ser sobre uma criança; em outro, sobre a atividade realizada, individualmente ou em grupo, sobre a organização do espaço e sobre os materiais em sala de aula. O professor ainda pode registrar no diário como se sente sobre o desenvolvimento e a reação da turma frente a uma atividade proposta, entre outras coisas que achar pertinente registrar. 
O diário não exclui o planejamento das aulas, porque ambos são de extrema importância para o trabalho pedagógico. Enquanto o planejamento é mais institucional e oficial, no diário, o professor tem mais liberdade de escrita, tem que se preocupar somente com aquilo que está sentido com relação à sua turma e às suas ações. O ideal é que os registros sejam feitos todo dia, pois dessa forma terão maior fidedignidade e garantirão a riqueza e os detalhes do que está acontecendo na prática do professor ou com as crianças. Porém, às vezes, em decorrência da falta de tempo, podem ser feitos semanalmente, mas o mais importante é que eles ocorram. (Trechos do Manual Pedagógico Escala Educacional) 

O PAPEL DA ESTIMULAÇÃO NO BERÇÁRIO

Em nenhum outro período de sua existência os seres humanos experimentam um desenvolvimento tão intenso como nos primeiros anos de vida.
Basta ver o salto que ocorre de 0 a 1 ano, quando os bebês começam a dar seus passos iniciais. Por isso, é importante não perder nenhuma oportunidade para participar desse crescimento, criando situações propícias e promovendo a estimulação. Eles têm necessidades específicas e características próprias que devem ser consideradas. 
No entanto, estimular bebês não é como ensinar crianças maiores. Os bebês aprendem de um modo muito diverso, principalmente pelos mecanismos da repetição, da imitação e da exploração sensorial, por meio do brincar. Exatamente por isso, os bebês podem atender a longos períodos de concentração desde que estejam envolvidos em algo de seu interesse. 
Os bebês crescem fisicamente, praticando exercícios motores; perceptivamente, desenvolvendo o pensamento e o conhecimento na solução de problemas; verbalmente, adquirindo comunicação receptiva e expressiva; psicologicamente, descobrindo sua própria identidade; socialmente, aprendendo a conviver com "amigos". Daí a importância do trabalho realizado no berçário. 
Nessa fase, é especialmente oportuno que os pais acompanhem o trabalho realizado pela escola, para que compreendam a extensão das atividades propostas.

O rolo possibilita a tonificação da musculatura dos braços e da musculatura dorsal do bebê, a fim de prepará-lo para o sentar.

Bolas na banheira – Trabalha-se o desenvolvimento da coordenação visual e motora, pois, para apanhar a bolinha dentro da água, o bebê necessita adequar o movimento a cada instante, uma vez que as bolas mexem-se constantemente.
Rolar é a primeira forma de deslocamento global do bebê, movimento que requer a integração da musculatura dos dois lados do corpo.

A Bola de Bobath possibilita o fortalecimento da musculatura dorsal e abdominal. Quando o bebê está sobre a bola, busca estabilidade e precisa ajustar-se a cada instante. Estes “ajustamentos” possibilitam a busca pelo equilíbrio corporal.

Cobertor – O “arrastar” sobre o cobertor possibilita o ajustamento do corpo na posição sentada, pois, quando o cobertor é puxado, o bebê contrai a musculatura necessária para manter-se em equilíbrio.

Lanterna - Usando a lanterna, pode-se explorar a coordenação visual e espacial, em que o bebê terá que acompanhar com os olhos o espaço por onde o ponto luminoso irá passar. O bebê tenta “pegar” o ponto de luz, o que possibilita também o trabalho de coordenação visual e motora.
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