sábado, 15 de maio de 2010

POESIA COM ARTE

O SAPO

O sapo era verde

saltava no chão
fugia de mim
não comia na mão

gostava bem dele
tocar-lhe eu queria
mas o grande maroto
num salto fugia

numa tarde de sol
na relva apareceu
é agora malandro
que te faço meu

consegui agarrá-lo
fiz-lhe muitos mimos
até lhe dei beijos
gostou dos carinhos

voltou outras tardes
à minha procura
agora não foge
salta com doçura

vem pra minha mão
e aceita o carinho
e volta para o tanque
quando fica sequinho

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