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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Torcedores de Pompom

FESTA JUNINA

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Passarinho quer dançar...o rabicho balançar...porque acaba de nascer...tchu, tchu, tchu, tchu!!

Caiu na rede é peixe...

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AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL


• Observar e compreender o dinamismo presente no desenvolvimento infantil é fundamental para redimensionar o fazer pedagógico. Essa compreensão influenciará diretamente na qualidade da interação dos professores com a infância.

• O conhecimento de uma criança é construído em movimento de idas e vindas, portanto, é fundamental que os professores assumam seu papel de mediadores na ação educativa. Mediadores que realizam intervenções pedagógicas no acompanhamento da ação e do pensamento individualizado infantil.

• Ainda hoje, na prática cotidiana, é comum, não só na Educação Infantil, como nos demais níveis de ensino, os avaliados serem só os alunos. É necessário que a clássica forma de avaliar, buscando “erros” e “culpados", seja substituída por uma dinâmica capaz de trazer elementos de crítica e transformação para o trabalho.

• Nesse processo, todos – professores/recreadores, coordenação pedagógica, direção, equipe de apoio e administrativa, crianças e responsáveis – devem sentir-se comprometidos com o ato avaliativo.

Para focar o olhar em como se avalia, sugere-se atenção aos pontos abaixo, nos espaços de Educação Infantil:


Análises e discussões periódicas sobre o trabalho pedagógico

Estas ações são realizadas nos encontros periódicos. Elas fornecem elementos importantes para a elaboração e reelaboração do planejamento. Igualmente importante é dar voz à criança. Nesse sentido, a prática de avaliar coletivamente o dia-a-dia escolar, segundo o olhar infantil, traz contribuições fundamentais e surpreendentes para o adulto educador, ao mesmo tempo que sedimenta a crença na concepção de criança cidadã.

Observações e registros sistemáticos

Os registros podem ser feitos no caderno de planejamento, onde cada professor/recreador registra acontecimentos novos, conquistas e/ou mudanças de seu grupo e de determinadas crianças, dados e situações significativos acerca do trabalho realizado e interpretações sobre as próprias atitudes e sentimentos.
É real que, no dia-a-dia, o professor/recreador não consiga registrar informações sobre todas as crianças do seu grupo, mas é possível que venha a privilegiar três ou quatro crianças de cada vez e, assim, ao final do período, terá observado e feito registro sobre todas as crianças.

Utilização de diversos instrumentos de registro

Para darmos espaço à variada expressão infantil, arquivos contendo planos e materiais referentes aos temas trabalhados, relatórios das crianças e portfólios podem ser utilizados como instrumentos de registro de desenvolvimento.
O professor/recreador deve organizar um dossiê de cada criança, guardando aí seus materiais mais significativos e capazes de exemplificar seu desenvolvimento.
Também durante a vivência de um projeto de trabalho, cada grupo deve ter como meta a produção de um ou mais materiais que organize o conhecimento constituído acerca do assunto explorado. Assim sendo, o arquivo de temas é o dossiê do projeto realizado pelos grupos de uma mesma instituição.

Construção de um olhar global sobre a criança

Afim de evitar um ponto de vista unilateral sobre cada aluno, é fundamental buscar novos olhares:

- Recolhendo outras visões sobre ela.
- Contrastando a visão dos responsáveis com o que se observa na escola.
- Conhecendo o que os responsáveis pensam sobre o que a escola diz.
- Refletindo sobre o que a família pensa em relação aos motivos de a criança comportar-se de determinada forma na escola.
- Ouvindo a família sobre como pensa que poderia auxiliar a criança a avançar em seu desenvolvimento. (Samuel de Souza Santos)

DECORAÇÃO PROJETO É TEMPO DE COPA NO ARRAIÁ DO VIVER E APRENDER





MODELO CONVITE E CARTAZ JUNINO


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quarta-feira, 9 de junho de 2010

LUTO INFANTIL


Muitos adultos acreditam que a criança não entende nada sobre a morte e deve ser poupada de saber que alguém próxima a ela faleceu. Entretanto, é provável que esta mesma criança já tenha visto um inseto morrer, perdido algum bicho de estimação ou assista alguma cena de morte em desenhos ou noticiários. Quando a criança perde uma pessoa querida de sua família como pai, mãe , irmão ou irmã, avós, ela fica triste, confusa. Ocorre que esta mesma morte é sofrida por seus familiares, que doloridos, estão sem condições de manter a intensidade de cuidado e atenção que antes dirigiam a ela. O importante é que, passado este momento de crise, ela volte a sentir-se segura e bem cuidada. Pode ocorrer que, nas semanas seguintes a perda, as crianças sintam grande tristeza ou sigam acreditando que o familiar que morreu permanece vivo. Se, no entanto, evitar mostrar tristeza ou persistir a longo prazo negando a morte de seu familiar querido poderá vir a ter sérios problemas no futuro. A raiva após a morte de alguém essencial para a segurança da criança é uma reação esperada que pode se manifestar através de comportamento irritadiço, pesadelos, medos ou agressão dirigida aos familiares sobreviventes. De qualquer maneira, sabemos que a reação da criança ao luto está bastante relacionada a forma que os pais ou pai sobrevivente e outros parentes abordarão esta questão com ela nas semanas e meses que sucederão a perda. Quando o adulto oculta dela a verdade sobre a morte, pode deixá-la confusa e desamparada pois possivelmente perceba que algo aconteceu e que todos estão agindo de forma diferente. Deixe a criança a vontade para exprimir os seus sentimentos.Não devemos obrigá-la a ir ao enterro ou velório caso ela esteja assustada. Poderá futuramente encontrar outras maneiras de se despedir e recordar através de fotos, rezas,etc...Caso ela manifeste desejo de participar do velório ou enterro, informe-a sobre o que verá, explique a razão de estarem ali, deixando-a livre para perguntar e para ficar o tempo que desejar. O fato é mesmo a criança que não sofreu perdas necessita do adulto para falar sobre a morte e esclarecer suas dúvidas. Converse com ela procurando ser o mais honesto possível. Falar em céu ou que o morto foi viajar ou dormiu, pode criar a falsa expectativa de que regressará, dificultando o entendimento da perda como algo definitivo.Além disso, temos que ter o cuidado de respeitar o seu tempo para compreender a morte, levando em consideração o seu desenvolvimento cognitivo. Crianças pré-escolares acreditam que a morte seja temporária e reversível, tal como acontece em muitos desenhos animados nos quais os personagens morrem e voltam a viver. Entre cinco e nove anos a morte é percebida como irreversível, mas não como algo natural e universal. Crianças que encontram-se neste grupo`não conseguem imaginar que elas ou alguma pessoa conhecida possa morrer. A morte é vista como algo distante, que só ocorre com os outros, a menos que haja uma perda de alguém muito próximo. Somente entre nove e dez anos a morte passa a ser percebida como uma interrupção das atividades dentro do corpo, que faz parte da vida, que é natural. Mesmo que a criança seja pequena e só entenda posteriormente, não devemos negar que todos iremos morrer algum dia e que é natural ficarmos tristes nestes momentos. Procure utilizar palavras simples e experiências que lhe são familiares. Depois, aguarde que a criança demostre novamente vontade de falar sobre este assunto. Outros sinais de sofrimento podem ser manifestados pela criança quando perde alguém importante, como perda de interesse por suas atividades, insônia, medos, manifestação de comportamento correspondente a uma idade anterior, isolamento, dificuldade escolar, imitação do morto. Se ela apresentar algum destes sintomas, e este persistir, procure a orientação de um especialista. (Tutomania)

CONVITES FESTA JUNINA BY JACIRINHA

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Que bichos você vê?

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