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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

RODA DE CONVERSA

A Roda de Conversa é um elemento muito importante das aulas. Nela os alunos e professor interagem, se conhecem e desenvolvem habilidades da língua falada. A roda pode acontecer todos os dias na primeira semana, nas segundas-feiras, sobre o final de semana, ou no primeiro dia de aula da semana, caso haja feriado. No início começamos com coisas simples. Fazemos a roda para falar sobre o animal que mais gostamos, sua cor preferida, o nome completo, a idade, o endereço, nome do papai, da mamãe, quantas pessoas mora na sua casa, se tem animal de estimação... Pois assim, adquirimos informações das crianças, vemos o seu conhecimento sobre a própria vida, o que precisamos ajudá-la a melhorar na fala, e ainda promovemos o conhecimento e o entrosamento da turma. É muito importante que se comece com pequenas perguntas que permitam respostas curtas. A criança também estará desenvolvendo a capacidade de esperar a vez para falar e ouvir o que o outro está falando. Na segunda semana são permitidas perguntas de umas para as outras, mas só se quiserem. Sempre incentive, mas NUNCA force uma criança a falar. No decorrer do ano a RODA serve também para resolvermos problemas disciplinares, o que leva toda a turma a decidir juntamente com o professor. Em situação de desavenças, na qual o professor não pôde ver quem foram os culpados, testemunhas são fundamentais. Além disso, as crianças desenvolvem senso de justiça, certo e errado, ação e reação, causa e consequência, além de adquirirem mais responsabilidade por suas ações. A RODA também ajuda a iniciar um trabalho, projeto ou aula, para verificar conhecimentos e também avaliá-los. Pode-se fazer uma avaliação prévia do que a turma sabe antes de iniciar um conteúdo, e sondar o que aprenderam com o que estudaram. O mais gostoso da RODA é ver o crescimento dos alunos. Se possível, até para estudo e própria avaliação, grave algumas, intercalando as primeiras, as medianas e as últimas. Verá como as crianças desenvolvem a língua falada, a argumentação, o questionamento e a articulação. No final os alunos, mesmo os mais tímidos, gostam tanto, que lembram o professor, caso ele tenha esquecido. É algo que vale a pena investir...

terça-feira, 19 de março de 2019

TÉCNICAS DE ARTES COM FOTOS








TÉCNICA DE ARTES COM PAPEL RASGADO


domingo, 12 de março de 2017

Técnica de Artes na chuva...


COLOCAR ANILINA NO PRATO DE PAPELÃO

DEIXAR OS PRATOS NA CHUVA

ESPERAR SECAR E RECORTAR NO FORMATO DESEJADO

FAZER OS CONTORNOS COM HIDROCOR

OU DESENHAR COM COTONETE E ÁGUA SANITÁRIA

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Portfólio...adote esta ideia!


O portfólio enquanto ferramenta pedagógica pode ser descrito como uma coleção organizada de trabalhos produzidos pela criança, ao longo de um determinado período de tempo, de forma a poder proporcionar uma visão ampla e detalhada da aprendizagem efetuada, bem como dos diferentes componentes do seu desenvolvimento. Reflete também a identidade de cada criança, de cada professor, em cada contexto, enquanto construtores do seu desenvolvimento ao longo da vida. O portfólio auxilia no trabalho com a interdisciplinaridade. Ele é uma forma de avaliar, portanto, antes de pedir para que a criança escreva seu nome, se desenhe, desenhe sua casa, sua rua, seu vizinho, escolhendo o que mais gosta, você precisa trabalhar isso com ela, seja na oralidade ou na escrita. A criança não precisa fazer seus registros direto no portfólio. Pode fazer atividades em uma folha e depois colar. Isso facilitará sua compreensão, de que qualquer atividade que considerar interessante poderá ser anexada, ilustrando ainda mais a concepção de construção que o mesmo oportuniza. No início do portfólio podemos colocar o nome da criança, sua foto, ou desenho e uma apresentação, que pode ser uma pequena produção escrita, um desenho, uma música, um poema, enfim, algo com que ela se identifique e que considere que poderia representar o que pensa e sente. Após a apresentação podem ser colocados dados pessoais da criança, o que auxiliará também na construção de sua identidade. Pode-se colocar o número do sapato, o peso, a altura (que mudarão durante o ano e podem ser registradas novamente – para isso poderemos fazer uma tabela), nome dos pais, cor que mais gostam, brinquedo e comida favoritos, o amigo com quem mais gostam de brincar, o local onde moram (endereço completo), o desenho da casa em uma folha, da rua em outra, o vizinho preferido e colocar o nome dele, dentre outras tantas coisas. Se, em sala, a criança escolhe alguma atividade para compor o portfólio precisa escrever ( o que podia ser feito em casa, com ajuda da família ou em sala, com ou sem o auxílio da professora ou dos colegas) e o porquê que selecionou aquela atividade. Se coloca, por exemplo, que era porque tinha gostado, tem que explicar o motivo. Assim começa as primeiras reflexões escritas. O portfólio deixa claro o processo de aprendizagem da criança. Os pais quando percebem isso, ficam gratos, além de acreditarem nas competências dos próprios filhos. Não é só uma questão de saber os conteúdos, mas de aprender a ser autônomo, a ter criticidade, ser autêntico, organizado, cuidadoso, caprichoso, respeitar a sua própria produção e a do outro, considerando-as como um processo, que tem apenas início, nunca estando pronto ou acabado!

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