sábado, 13 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
POESIA: JOÃO E MARIA
JOÃO E MARIA
João e Maria,
todos os dias.
saíam cedo
pelos caminhos.
Maria em busca
de borboletas,
João à procura
de passarinhos.
Porém um dia
João e Maria
atrás dos bichos
tanto correram,
que não souberam
voltar pra casa;
viram, chorando,
que se perderam.
E os dois, rezando
pediram a Deus
que os conduzisse
para seus pais,
que eles juravam
com borboletas
e passarinhos
não mexer mais.
E Deus, ouvindo-os,
mandou que um anjo
a casa os guiasse
pelos caminhos.
E os dois meninos
não mais mexeram
com as borboletas
e os passarinhos.
(Martins D’Alvarez)
Pipoca...ahhh! Cheiro de pipoca tá rolando no ar!
- • 3 xícaras (chá) de açúcar
- • 5 xícaras (chá) de pipoca já estourada
- • 6 colheres (café) de corante alimentício na cor de sua preferência
- • 1½ xícara (chá) de água
Numa panela coloque o açúcar, a água e deixe atingir o ponto de fio mole
(aproximadamente 20 minutos), coloque o corante.
Depois coloque sobre as pipocas, mexendo bem para espalhar bem a calda.
REFLEXÃO - DIA DOS PAIS
Certas convenções parecem estar tão enraizadas em nosso modo de ver a vida e de viver, que ficam inquestionáveis. Com a comemoração do Dia dos Pais não é diferente.
Em todos os lugares onde presto algum tipo de colaboração, e também nas escolas, tornou-se uma espécie de obrigação criar algo especial para ser apresentado aos pais, e as crianças devem forçosamente confeccionar alguma lembrança para lhes dar de presente.
Sinceramente, isto tudo me parece muito mais uma satisfação das educadoras para a casa espírita, para a coordenação das escolas e para as famílias das crianças, que uma atividade que reflete a realidade dos sentimentos de todos os envolvidos.
Não estamos aqui defendendo nenhuma ideia do tipo "deviam parar com isto", "é só uma data comercial". Afinal de contas, existem muitos e muitos pais que realmente merecem e ficam sensibilizados pelas lembranças e homenagens que recebem.
Só que, este ano, descobri que não concordo com o modo como lidamos com estas datas. E fico pensando nas crianças: será que elas concordam? Será que elas realmente estão contentes com os pais que têm? Será que elas realmente diriam as palavras que são colocadas em sua boca para recitarem, se tivessem escolha?
Não vejo sentido em trabalhar datas comemorativas como esta, em sala, se não conhecemos a realidade dos alunos, se eles não têm chance de refletir e de perceber como realmente se sentem enquanto filhos.
Onde está seu pai? Ele mora com você? Quando foi que o viu pela última vez? Do que vocês falam? Onde vão juntos? Costumam brincar? De quê?...
Uma amiga minha contava, na segunda-feira, que os seus dois filhos mais novos passaram o domingo em prantos, porque tiveram a tradicional comemoração e presentes da escola para os pais, as tais mensagens e poesias de comportamento paterno idealizado, mas o seu próprio pai além de não morar com elas, nunca as visita e, quando telefona, nem pergunta como estão passando. Para muitos adultos, também não deixa de ser um dia difícil. E minha pergunta é: será nosso papel de educador acrescentar a estes alunos mais uma frustração, mais uma dor íntima, mais sentimento de rejeição do que elas já possuem?
Ou será que somos tão superficiais em relação a este assunto porque temos medo de ver a realidade como é e de não sabermos o que fazer com ela?
Por que não aproveitamos que todos estão falando disso para procurar entender a relação com esta criatura que chamamos de pai? Por que não aproveitamos para enxergar o ser humano que ele é, em vez de recitar poesias sobre o que ele nunca foi e, talvez, nunca venha a ser? Por que não verificamos as nossas expectativas em relação ao nosso pai, para ver se elas são reais ou fantasiosas, se elas nos fazem bem ou nos fazem sofrer, se elas nos fazem caminhar ou parar num ciclo de auto-piedade, em que culpamos os outros pelo modo como nos sentimos desprestigiados, negligenciados e rejeitados?
Nós precisamos compreender a paternidade além das convenções. Quem sabe, depois de algum tempo, nós realmente tenhamos, como produto da verdadeira reflexão de cada um e do aumento da percepção de si mesmo, poesias e mensagens que expressam, de verdade, nossos melhores sentimentos por nossos pais.
Quem sabe possamos aprender a aceitar nossos pais como são, descobrindo as suas virtudes, estabelecendo um relacionamento pai/filho onde a sinceridade seja base do afeto e do respeito, no lugar da tentativa de resolver projeções e frustrações de um em relação ao outro. - Rita Foelker
sexta-feira, 21 de junho de 2013
PRESENÇA VIRTUAL
...”Entre
outras mil, És tu, Brasil, Ó Pátria amada! Dos filhos deste solo és MÃE gentil, Pátria amada, Brasil”...
O
movimento que sacudiu o país nos mostra o quão somos fortes e unidos. A população acordou para impor a mudança radical nos
costumes políticos do Brasil. A democracia está na sua plenitude!
O
povo está se mobilizando e surge a reflexão que devemos “fazer a nossa parte”. Penso que a solução sempre foi e continua sendo: EDUCAÇÃO.
Devemos ensinar aos nossos filhos a terem orgulho de ser
brasileiro e o que o país representa na vida deles.
Devemos educá-los a respeitar as diferenças, a lutar pelo bem
comum, a serem justos, tolerantes, críticos,... a exercerem a cidadania, ...
Devemos dar o exemplo... pais que praticam atitudes positivas, educação e cidadania, os
filhos vão praticar também.
Afinal... as crianças serão o futuro de nossa nação! E é com
essa atenção e cuidado que devemos olhar para as gerações que nos sucedem.
Sabemos
de tudo o que está acontecendo em nosso país, no entanto, sabemos mais do que fazemos. E só saber não funciona, é necessário agir!
Então...o que você está esperando?
Marque sua PRESENÇA
VIRTUAL! Aproveite e comece agora!
“Quem disse que mãe só entende de fralda?! Mãe
entende do futuro dos filhos e quer o melhor para eles!" #protestomaterno
Abraços maternos,
Patricia S. Elias – psicopedagoga – mora em Floripa – mãe de Marjorie, Melanie e Enrico.
terça-feira, 18 de junho de 2013
Receita Junina
Ingredientes:
1 garrafa de 500 ml de suco de uva
3 garrafas de 500 ml de água
500 g de açúcar
100 g de gengibre
Canela em pau (a gosto)
10 g de cravo
2 limões em rodelas
3 garrafas de 500 ml de água
500 g de açúcar
100 g de gengibre
Canela em pau (a gosto)
10 g de cravo
2 limões em rodelas
Modo de Fazer:
Coloque o suco, a água e o açúcar em uma panela. Deixe aquecendo. Depois coloque o cravo, o gengibre, a canela e as rodelas dos limões em um tecido, pode ser em um pano de prato bem limpo. Em seguida, coloque esse sachê dentro da panela. Deixe levantar fervura, cerca de 10 minutos e está pronto o quentão.
Obs: o sachê para os ingredientes (cravo, canela, gengibre e limões) é usado para que não fiquem resíduos na hora de servir a bebida.
Assinar:
Postagens (Atom)














































