segunda-feira, 21 de abril de 2008

Criança diz cada uma...

Água 10
No restaurante o garçom perguntou:
- O que a Sra. vai tomar?
- Uma coca zero, por favor!
- E a mocinha, o que vai querer? - referindo-se à Beatriz...

- Uma água 10, por favor!!
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Peso na consciência

- Mãe você vai sair e me abandonar?
- Não Felipe, estou deixando você com sua irmã e seu pai.

- Ah! Então você está abandonando a família toda!!!
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No zoológico
Com 6 anos: - Bruninho, olha a onça pintada! -
Não é pintada, mãe! É de verdade!!!

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Sobre sexo...

Com 7 anos:
- Mãe, o que é sexo oral?
- E o que você acha que é? respondeu a mãe!
-Ah, mãe...eu acho que são essas besteiras que falam por aí...
esses palavrões!!

domingo, 20 de abril de 2008


Recados e Imagens - Bebês - Orkut

MÚSICA COM ARTE...


TARTARUGUINHA

Ouvi contar uma história
Uma história engraçadinha
Da tartaruguinha (2x)
Houve uma festa lá no céu
Mas o céu era distante
E a tartaruguinha viajou
Na orelha do elefante
Quando a festa terminou
A bicharada se mandou
Quem viu a tartaruguinha, quem viu
Lá do céu ela caiu, "tchibum"
São Pedro o céu varreu
E da pobrezinha se esqueceu
Ela disse: -Eu quebrei toda
Ai meu corpinho está de fora
O que é que vou fazer Pai do céu
Como vou viver agora
Pai do céu juntou os caquinhos e colou...
Mais bonita ela ficou!!! oh, oh...


Maleta de Histórias

Projeto: Olimpíadas de Pequim

Que tal nos prepararmos montando um projeto sobre as Olimpíadas envolvendo além das modalidades esportivas, a localização do país, sua cultura, pontos turísticos, culinária, idioma, e muitos outros temas relacionados?
Os Jogos Olímpicos de Verão de 2008 serão realizados em Pequim, na República Popular da China, de 8 a 24 de Agosto de 2008, com a cerimônia de abertura marcada para acontecer às 8:08 da noite em 8 de Agosto de 2008 (o número 8 tem significado de prosperidade na cultura chinesa)

Pense no assunto e adote esta idéia!

Brinquedo de Sucata

Vamos comemorar?

sábado, 19 de abril de 2008

Ponteiras divertidas

Vamos prevenir os acidentes?


Venta venta, cata-vento...

O cata-vento é um brinquedo que imita a técnica dos moinhos de vento. Os moinhos de vento aproveitam a força do vento para fazer girar suas aspas. Eles são usados para moer grãos. No caso do brinquedo que vamos aprender a fazer, o interessante é construir um cata-vento bem colorido e colocá-lo no vento para ver se ele roda!

Você vai precisar de:

  • 1 folha de papel
  • 1 palitinho de churrasco
  • 1 alfinete
  • 1 canudinho
  • uma rodela de cartolina
  • cola
  • tesoura
  • lápis de cor, tinta ou papéis coloridos para enfeitar o cata-vento

Animais Divertidos...

base: garrafa pet

Atenção, concentração, vai começar... a apresentação!!


(fonte: Prof. Sassá)

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Aquisição da Escrita e Leitura



Exposta a uma riqueza de informações escritas e a grandes apelos visuais, a criança dos novos tempos acaba despertando mais cedo o seu interesse para o desenvolvimento da leitura e da escrita. Quando falamos da proximidade da criança com o conhecimento sistematizado, podemos pensar em diversos fatores: o ingresso mais cedo na escola, o investimento de hoje na educação infantil, além da própria transformação das creches do “cuidar” para uma educação que promova a formação humana com uma ação educativa voltada para esta faixa-etária. A criança aprende a ler e a escrever do mesmo modo que aprende a falar. Ou seja: tudo depende da influência do meio, dos adultos. A escrita é revelada como “passinhos de bebê”. Nesse processo, jornais, revistas, livros e a televisão são fundamentais. Este reconhecimento, esta imitação no escrever, esta brincadeira, estes traços e rabiscos, este 'faz de conta' é o início do processo de aquisição da escrita. Por tudo isso, vale sempre destacar a importância de que a escola e a família estejam atentas. No estudo pedagógico e da infância, aprendemos que esses importantes “pequenos cidadãos”, durante essa fase, desenvolvem a consciência de conceitos como a percepção visual e auditiva, o esquema corporal e a coordenação motora.

Para ajudar, destaco algumas dicas de brincadeiras para desenvolver as habilidades comentadas:

•Cantigas de roda;

•Jogo de memória;

•Jogo do “Quente-frio” (brincadeira de esconder ou mudar objetos no ambiente);

•Imitação de animais (gestual e oral);

•Identificação das partes do corpo;

•Dança, Pata-cega, Coelhinho sai-da-toca e outras interações, tradicionais da sua região, por exemplo.

Para a felicidade da criançada, podemos – e devemos – contribuir criando uma rotina diária que permita a organização do tempo (antes, durante, depois, ontem, hoje, amanhã), o reconhecimento dos objetos de uso pessoal, identificando o lugar e o horário de uso (escova de dente, toalha, travesseiro, brinquedos e etc). A educação infantil de 0 a 5 anos tem como objetivo trabalhar amplamente estes conteúdos, fundamentada nos cinco princípios básicos: cuidar, educar, brincar, aprender e desenvolver-se.

Vale a pena viver e participar de tudo isso, acredite!.


MOLDURAS PARA RECADOS

quinta-feira, 17 de abril de 2008

O papel da Educação Física

O principal instrumento da educação física é o movimento, por ser o denominador comum de diversos campos sensoriais. O desenvolvimento do ser humano se dá a partir da integração entre a motricidade, a emoção e o pensamento. No caso específico da educação física, o profissional dessa área possui ferramentas valiosas para provocar estímulos que levem a esse desenvolvimento de forma bastante prazerosa: a brincadeira, o jogo e o esporte. O profissional de educação física ao trabalhar na educação infantil deve conhecer os estágios do desenvolvimento dessa fase, para proporcionar os estímulos adequados a cada etapa. Agindo dessa forma, o desenvolvimento será mais harmônico no campo motor, cognitivo e afetivo-social, trabalhando assim, o ser na sua forma integral. A evolução infantil obedece a uma seqüência motora, cognitiva, e afetiva-social que ocorrerá de forma mais lenta ou mais acelerada, de acordo com os estímulos recebidos. A criança entre de 1 ano e meio e os dois anos de idade age sem refletir. O ato precede o pensamento. A partir dessa fase, a criança já adquire duas funções importantíssimas: o andar e a linguagem. O pensamento passa a ser projetado no exterior pelos movimentos e pela linguagem. Isto permitirá uma maior participação na sua relação com o meio. A ação da criança sobre o meio estimulará sua atividade mental. A partir daí, a criança começa a ter maior consciência sobre sua própria pessoa, iniciando a formação da sua auto-imagem. Em seguida, a criança vai iniciando a sua vida social ao formar pequenos grupos, porém ocorre uma troca constante de amizades e de grupos (escola, clubes,etc.). Esse intercâmbio social é essencial, pois leva a criança a se adaptar a diferentes papéis, reconhecendo-se como pessoa. Nesse sentido, cada fase de desenvolvimento infantil tem suas próprias características, portanto, exige estudos aprofundados sobre os métodos pedagógicos, as qualidades dos estímulos fornecidos e a atuação intencional do profissional na aula de educação física. O professor deve levar em conta a peculiaridade de cada fase pela qual o aluno passa, as particularidades de cada jogo, brincadeira ou esporte que possam auxiliar o educando no seu desenvolvimento integral. (fonte: CCEH)

SHANTALA

A proposta sugerida geralmente é aplicada por mães em seus filhos bebês. Todavia, tendo em vista que muitos ingressam cedo demais em berçários e creches, a atividade pode ser realizada por professoras, objetivando suprir um pouco a carência da presença materna e firmando ainda mais seus laços afetivos com os alunos. A shantala é bastante interessante na fase em que o bebê ainda não tem controle sobre todos os movimentos do corpo, porque serve de estímulo. São necessárias apenas algumas gotinhas de óleo vegetal para deslizar as mãos atingindo objetivos como acalmar o bebê, eliminar gases, cólicas e prisão de ventre ou deixar o sono mais tranqüilo. Escolha um horário diário ou semanal e aplique a Shantala em seus alunos bebês – eles merecem e agradecem!

Assim como amamentar, massagear o bebê é... "alimentá-lo, é saciar sua necessidade de carinho, é estimular seu desenvolvimento e aliviar suas dores, é amenizar seus medos e ansiedades, é entendimento, intimidade, troca de confidências, é intuição, ... AMOR"!!

4 PILARES DO CONHECIMENTO

Aprender a Conhecer
É necessário tornar prazeroso o ato de compreender, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento. Urge valorizar a curiosidade, a autonomia e a atenção. É preciso aprender a pensar, pensar também o novo, reinventar o pensar.


Aprender a Fazer
Não basta preparar-se profissionalmente para o trabalho. Como as profissões evoluem muito rapidamente, vale mais a competência pessoal, que torna a pessoa apta a enfrentar novas situações de emprego e a trabalhar em equipe, do que a pura qualificação profissional. É essencial saber trabalhar coletivamente, ter iniciativa, gostar de uma certa dose de risco, ter intuição, saber comunicar-se, saber resolver conflitos, e ser flexível.


Aprender a Viver Juntos
No mundo atual a tendência é a valorização de quem aprende a viver com os outros, a compreender os outros, a desenvolver a percepção da interdependência, a administrar conflitos, a participar de projetos comuns, a ter prazer no esforço comum.


Aprender a Ser
É importante desenvolver sensibilidade, sentido ético e estético, responsabilidade pessoal, pensamento autônomo e crítico, imaginação, criatividade, iniciativa e desenvolvimento integral da pessoa em relação à inteligência. A aprendizagem precisa ser integral não negligenciando nenhuma das potencialidades de cada indivíduo.


A partir dessa visão dos quatro pilares do conhecimento, pode-se prever grandes conseqüências na educação. O ensino-aprendizagem voltado apenas para a absorção de conhecimento, que tem sido objeto de preocupação constante de quem ensina, deverá dar lugar ao ensinar a pensar, saber comunicar-se, saber pesquisar, ter raciocínio lógico, fazer sínteses e elaborações teóricas, ser independente e autônomo, enfim, ser socialmente competente.

Religiosidade

Plano de trabalho - Tema: Anjo-da-Guarda

Objetivo: Refletir sobre o que é o anjo-da-guarda, como ele atua e como/quando podemos contar com ele.
Idade sugerida: 3 a 6 anos

Parte 1 - Prática
Plantar um feijão, no algodão, num copinho plástico de café.
Cada criança levará para casa um copinho onde colocaria algodão, um feijãozinho e um pouquinho de água. Depois, com a participação da mãe, cada criança regaria a sementinha durante toda a semana, até a próxima aula.
Pedir para que a criança traga um de seus brinquedos, além do feijãozinho, na próxima semana.

Parte 2: Diálogo
Ao chegar, conversaríamos sobre como é cuidar de uma sementinha. Dá trabalho? Foi bom?
E assim, enquanto o feijãozinho brota, estaríamos conversando com as crianças sobre a criação, o surgimento da vida, a proteção necessária para que a vida se estabeleça. Falaríamos, então, sobre nossa proteção, faríamos analogias, utilizando exemplos concretos para a criança começar a entender: O que é proteger? Como se protege uma plantinha? Como se protege uma criança pequena? A criança pequena protege alguém? Se "não", por que "não"? Quais as qualidades que precisa ter "o que" ou "quem protege"? Deus nos protege? De que formas? Se nossos pais nos protegem, quem protege hoje nossos pais? Contamos com algum tipo de proteção e ajuda em nosso progresso, enquanto estamos aqui na Terra? Quem seriam estes seres que nos ajudam e protegem? (A hipótese dos anjos surgiria, então, vinda dos alunos, e nós poderíamos verificar o que é plausível e o que não é, na idéia tradicional do anjo-da-guarda.)

Parte 3: Troca dos brinquedos
Colocar todos os brinquedos no centro do círculo, misturar e redistribuir de modo que ninguém fique com o seu próprio. Vamos brincar agora de ser anjos-da-guarda dos brinquedos dos nossos amigos! O que precisamos ser para ser bons anjos da guarda? Vamos experimentar? Observar as reações das crianças e fazer a experiência por alguns minutos, estabelecendo tarefas para o anjo como "apresentar ao seu brinquedo protegido uma árvore", "ser carinhoso com ele", "ensiná-lo a ser bom e amigo", etc. No final, cada anjo irá entregar o brinquedo de volta ao seu dono.


Parte 4: Interiorização
Agora que já temos algumas idéias sobre o anjo-da-guarda, vamos fechar os olhos e, ao som de uma música, buscar sentir o nosso perto de nós. Há algo que gostaríamos de dizer ou perguntar a ele? Isto pode ser feito, em pensamento.

Parte 5: Registro
Pedir que façam um desenho representando o que imaginaram enquanto estavam de olhos fechados. Conclua a atividade escrevendo uma frase da criança sobre seu desenho!

terça-feira, 15 de abril de 2008

MÚSICA COM ARTE...

O ANEL

Perdi meu anel no mar
Não pude mais encontrar
E o mar me trouxe a concha
De presente pra me dar
Será que foi parar na güela da baleia
Ou será que foi parar no dedo da sereia
Ou quem sabe, o pescador
Pescou o anel e deu pro seu amor
Tirum tarudê, tirum tarudê
Tirum tarudê, tirum tarudê
Tirururu tirum, tiru tirum
tararararurê rarum

(Bia Bedran)

HISTÓRIAS COM FANTOCHES



materiais: saco de papel / feltro ou E.V.A / caixa de leite

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Presentes das colegas virtuais...






Adorei a surpresa... pois recebemos estes selinhos das colegas Rose Miguel do "Arte na Creche", Patrícia do "Painel Criativo", da blogueira dos "Anjinhos de Pijama", de Juliana do "Linda Menina" e de Sara do "Educação de Infância" (Portugal)! Retribuímos agradecendo o carinho de todos os blogs que nos visitam, ficando impossível nomear somente "dez cantinhos amigos"! A "todos" os que foram lembrados ou não, meu muito obrigada!!! Este presente, o APRENDER oferece à "todos"! Fique à vontade e sinta-se nomeado para continuar a campanha e copiar o selinho, divulgando-o em seu blog!

domingo, 13 de abril de 2008

PARA REFLETIR...

Era uma vez um menininho bastante pequeno, que contrastava com a escola bastante grande.
Uma manhã, a professora disse: Hoje nós iremos fazer um desenho. "Que bom!"- pensou o menininho.
Ele gostava de desenhar leões, tigres, galinhas, vacas, trens e barcos.

Pegou a sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar.
A professora então disse: Esperem, ainda não é hora de começar! Ela esperou até que todos estivessem prontos.
Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores. E o menininho começou a desenhar bonitas flores.
Com seus lápis rosa, laranja e azul. A professora disse: Esperem! Vou mostrar como fazer. E a flor era vermelha com caule verde. Assim, disse a professora, agora vocês podem começar.
O menininho olhou para a flor da professora E depois olhou para sua flor.
Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso.
Virou o papel e desenhou uma flor igual a da professora. Era vermelha com caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre,
A professora disse: Hoje iremos fazer alguma coisa com o barro.
"Que bom"!!!, pensou o menininho. Ele gostava de trabalhar com barro.
Podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões.
Começou a juntar e amassar a sua bola de barro.

Então, a professora disse: Esperem, não é hora de começar!
Ela esperou até que todos estivessem prontos. Agora, disse ela, nós iremos fazer um prato.
Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos.
A professora disse: - Esperem! Vou mostrar como se faz.

Assim, agora vocês podem começar. E o prato era um prato fundo.
O menininho olhou para o prato da professora e depois para seu próprio prato.
Gostou mais do seu, mas não poderia dizer isso.
Amassou seu barro numa grande bola novamente e fez um prato fundo, igual ao da professora.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e a olhar e fazer as coisas exatamente como a professora.
E muito cedo ele não fazia coisas por si próprio.
Então aconteceu que o menininho teve que mudar de escola. Era uma escola ainda maior que a primeira.
Um dia a professora disse: Hoje vamos fazer um desenho.
"Que bom!"- pensou o menininho, esperando que a professora dissesse o que fazer.
Ela não disse, apenas andava pela sala. Então veio até o menininho e disse: Você não quer desenhar? Sim, e o que nós vamos fazer? Eu não sei até que você o faça. Como eu posso fazê-lo?
Da maneira que você gostar! E de que cor?

Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber o que cada um gosta de desenhar? Eu não sei...
Então o menininho começou a desenhar uma flor vermelha com caule verde...

sábado, 12 de abril de 2008

Agradeço pelos comentários...



ARTES DE MEL AOS 4 ANOS...

Capa do Portfólio de Artes

Técnicas: dobradura, colagem de papel, lã e conchas

19 de abril...


fonte: o guia da professora

MÚSICA

Sugestões de Livros para Educadores


DIDÁTICA / METODOLOGIAS / COMPETÊNCIAS / PROJETOS PEDAGÓGICOS

BASSEDAS, Eulália et alii. Aprender e ensinar na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999.

BORGES, Teresa Maria Machado. A criança em idade pré-escolar. São Paulo: Ática, 1994.

DEHEINZELIN, Monique. A fome com a vontade de comer: uma proposta curricular de educação infantil. Petrópolis, Vozes: 1999.

FREIRE, Madalena. A paixão de conhecer o mundo: relato de uma professora. 13.ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999.

FREIRE, Madalena et alii. Observação, registro, reflexão – Instrumentos metodológicos I. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1996.

_____________. Avaliação e planejamento: a prática educativa em questão – Instrumentos Metodológicos II. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1997.

_____________. (Org.). Rotina: construção do tempo na relação pedagógica. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1998.

_____________. (Org.). Adaptação: pais, educadores e crianças enfrentando mudanças. São Paulo: Espaço Pedagógico, 1999.

GANDIN, Adriana Beatriz. Metodologia de Projetos na sala de aula. São Paulo: Ed. Loyola, 2001.

GANDIN, Danilo. Planejamento como prática educativa.São Paulo: Ed. Loyola, 2000.

HERNÁNDEZ, Fernando e VENTURA, Montserrat. A organização do currículo por projetos de trabalho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.

HOFFMANN, Jussara M. L. Avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 1996.

KRAMER, Sônia et alii. Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para a educação infantil. São Paulo: Ática, 1991.

MACHADO, Maria Lúcia A. pré-escola é não é escola: a busca de um caminho. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1991.

MEYER, Ivanise C. R. Brincar & Viver: projetos em Educação Infantil. Rio de Janeiro: WAK, 2003.

RODRIGUES, Maria Bernadete Castro (Org.). O espaço pedagógico na pré-escola. Porto Alegre: Mediação, 1995.

SEBER, Maria da Glória. Construção da inteligência pela criança – atividades do período pré-operatório. São Paulo: Scipione, 1995.

PERRENOUD, Philippe. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

_____________. Pedagogia diferenciada: das intenções à ação. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.




Reciclar é transformar...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A escola dos sonhos...

Eu queria uma escola que cultivasse a curiosidade de aprender que em vocês é natural.

Eu queria uma escola que educasse seu corpo e seus movimentos: que possibilitasse seu crescimento físico e sadio. Normal

Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a natureza, o ar, a matéria, as plantas, os animais, seu próprio corpo. Deus.

Mas que ensinasse primeiro pela observação, pela descoberta, pela experimentação.

E que dessas coisas lhes ensinasse não só o conhecer, como também a aceitar, a amar e preservar.

Eu queria uma escola que lhes ensinasse tudo sobre a nossa história e a nossa terra de uma maneira viva e atraente.

Eu queria uma escola que lhes ensinasse a usarem bem a nossa língua, a pensarem e a se expressarem com clareza.

Eu queria uma escola que lhes ensinassem a pensar, a raciocinar, a procurar soluções.

Eu queria uma escola que desde cedo usasse materiais concretos para que vocês pudessem ir formando corretamente os conceitos matemáticos, os conceitos de números, as operações... Usando palitos, tampinhas, pedrinhas...só porcarias!... fazendo vocês aprenderem brincando...

Oh! Meu Deus! Deus que livre vocês de uma escola em que tenham que copiar pontos. Deus que livre vocês de decorar sem entender, nomes, datas, fatos...

Deus que livre vocês de aceitarem conhecimentos "prontos", mediocramente embalados nos livros didáticos descartáveis.

Deus que livre vocês de ficarem passivos, ouvindo e repetindo, repetindo repetindo, repetindo...

Eu também queria uma escola que ensinasse a conviver, a cooperar, a respeitar, a esperar, a saber viver em comunidade, em união.

Que vocês aprendessem a transformar e criar.

Que lhes desse múltiplos meios de vocês expressarem cada sentimento, cada drama, cada emoção!

Para vocês, professores, meu carinho e minha admiração. Abraços pelo dia-a-dia.

(Carlos Drumond de Andrade)


Brincadeira de criança...

Placas de E.V.A amarradas, formam esta Amarelinha!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Amor de Mãe

Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:
- Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã...
Como vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?

E Deus disse:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você.
Estará lhe esperando e tomará conta de você.

Criança:
- Mas diga-me: Aqui no Céu eu não faço nada
a não ser cantar e sorrir,
o que é suficiente para que eu seja feliz.
Serei feliz lá?

Deus:
- Seu anjo cantará e sorrirá para você...
a cada dia, a cada instante,
você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.

Criança:
- Como poderei entender quando falarem comigo,
se eu não conheço a língua que as pessoas falam?

Deus:
- Com muita paciência e carinho,
seu anjo lhe ensinará a falar.

Criança:
- E o que farei quando eu quiser Te falar?

Deus:
- Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.

Criança:
- Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?

Deus:
- Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar
sua própria vida.

Criança:
- Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.

Deus:
- Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim,
lhe ensinará a maneira de vir a Mim,
e eu estarei sempre dentro de você.

Nesse momento havia muita paz no Céu,
mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas.

A criança, apressada, pediu suavemente:
- Oh, Deus, se eu estiver a ponto de ir agora,
diga-me por favor, o nome do meu anjo.

E Deus respondeu:
- Você chamará seu anjo de... MÃE!


terça-feira, 8 de abril de 2008

Chupeta: usar ou não usar? Eis a questão!

A chupeta e os dentinhos


O uso de chupetas pode não só prejudicar a posição dos dentinhos, mas também de todas as estruturas musculares com que estes se relacionam, podendo haver desequilíbrios que repercutirão na fala, respiração, deglutição, mastigação e até no sorriso (estética) da criança. Por isso, antes de tomar esta decisão, deve-se buscar informações para que sejam usadas de forma criteriosa.


O bebê precisa usar chupeta?


Os bebês já nascem com a função de sucção plenamente desenvolvida, como muitos papais podem constatar nos rotineiros exames de ultra-som. Ao mamar, a criança procura atingir com a sucção a satisfação alimentar e muscular, o que nem sempre é conseguido simultaneamente. O bebê que mama ao peito (que exige um esforço muscular complexo) normalmente acaba saciando sua necessidade de sucção e alimentar ao mesmo tempo, e fica satisfeito. Porém, pode-se atingir a plenitude muscular e não alimentar, o que fará com que o bebê pare de mamar, mas logo sinta fome, neste caso deve-se insistir para que não se distraia ou adormeça durante o aleitamento. E, ao contrário, pode-se atingir a plenitude alimentar, mas não neural (muscular), o que é mais comum nas crianças que usam mamadeira, por exigir um movimento muscular mais simples, podendo necessitar de complemento para esta sucção. A chupeta deveria preferencialmente ser evitada, já que crianças que mamam ao peito normalmente não precisam deste complemento e, se precisarem, pesquisadores acreditam poder ser complementada com a própria amamentação. O uso de bicos artificiais pode levar ao fenômeno da "confusão de bicos", uma forma errônea do bebê posicionar a língua e sugar o peito, levando-o ao desmame precoce. Tanto é, que hoje já é obrigatório os fabricantes alertarem nas embalagens: "A criança que mama ao peito não necessita de mamadeira, bico ou chupeta. O uso da mamadeira, bico ou chupeta prejudica a amamentação e seu uso prolongado prejudica a dentição e a fala da criança”.Trabalhos científicos comprovam que quando uma criança usa chupeta vai menos ao peito. Outra razão para o uso da chupeta seria evitar o hábito de sucção de dedo, por trazer danos mais severos ao desenvolvimento buco-facial e ser um hábito mais difícil de ser removido. Para os bebês que mamam ao peito acredita-se que o próprio aleitamento deverá evitar o hábito do dedo e não a chupeta. Assim, nem todo o bebê precisa usar a chupeta. A chupeta existe justamente para complementar esta necessidade de sucção, e se for usada, deverão ser respeitadas regras, para que não se instale um hábito.


O uso racional da chupeta


Se a família optar pelo uso da chupeta, deverão ser conhecidos alguns aspectos importantes para minimizar os possíveis transtornos causados por esta. Deverá ser considerada um "instrumento" para realizar os exercícios de sucção, e não um brinquedo ou "parte do vestuário" da criança.

  • Freqüência - o uso deverá ser mínimo, sendo indicado só em momentos de stress ou para adormecer, tanto que seu nome em inglês é "Pacifier" (pacificador), mas não frente a qualquer choro da criança. Sempre inspecione as causas do desconforto (fome, frio, fralda suja, dor, saudade de beijinho e colinho da mamãe,...) antes de partir para a chupeta. Muitos adultos a usam por não tolerarem o choro da criança.
  • Duração - deverá ser usada apenas até a criança se acalmar ou adormecer. Quando normalmente ele a larga não deve ser recolocada. Se a chupeta permanecer interposta entre os lábios, a criança pode perder a "memória" muscular de permanecer com a boca fechada, o que é fundamental para que respire corretamente pelo nariz.
  • Idade - com o amadurecimento da criança, a sucção passa a ser substituída pela mastigação e sorção (tomar líquidos no copo), o que envolve outros músculos, e deverão ser estimuladas pelos pais. Assim, o uso da chupeta deverá ser interrompido assim que a criança se mostrar desinteressada, o mais cedo possível. O "prazo" para organizar a vida da criança sem a chupeta é até os dois anos, quando a fala fica mais desenvolvida.
  • Tipos - podem variar em forma, tamanho e material. A forma ideal é anatômica (aquela "achatada", antes chamada "ortodôntica"), pois se adapta perfeitamente à cavidade bucal da criança e permite um maior contato da língua com o palato durante a deglutição. O disco plástico deverá ser côncavo (voltado para a cavidade bucal) e com perfurações que evitem o acúmulo de saliva e a conseqüente irritação da pele. De preferência sem argolas, para que não se pendure correntes (evitando o risco de estrangulamento), nem fraldas, (o peso da fralda pendurada estimula a projeção da arcada dentária) e nem que a criança fique apoiando a mãozinha (prejuízo ao lábio inferior). Observar para que a chupeta não seja colocada invertida. O tamanho deve acompanhar a idade. O material de preferência é o silicone, que deforma menos e é mais higiênico.

Quais as conseqüências do uso inadequado da chupeta?


O uso incorreto da chupeta, associado ao padrão genético da criança, poderá produzir problemas bucais e de oclusão (mordida), que podem ser: mordida aberta anterior (dentes de cima não se encostam aos de baixo); mordida cruzada posterior (a parte de cima fica "apertada", mal desenvolvida, e não encaixa com a de baixo), dentes de cima projetados para frente (e os de baixo para trás), alteração na fala e no padrão de deglutição (por interposição lingual), alteração dos padrões respiratórios, etc.


Como desestimular


Um bom truque é furar a ponta da chupeta para que mude a sensação ao sugar. Tente delimitar o tempo de uso e o espaço físico, mostrando ao bebê que a chupeta é só para "nanar", e, portanto, não sai do berço. Não colocar várias chupetas à disposição da criança, pois facilita sua recolocação e pode estimular o uso. A remoção deverá ser gradativa e bem conversada com a criança, sem ameaças nem punições. A chupeta deverá então ser usada com estes cuidados, para que não vire um hábito, nem tenha seu uso desnecessário. Mas devemos nos lembrar que o hábito de sucção, quando instalado, poderá estar relacionado a fatores emocionais, sendo sua remoção delicada, relacionada ao desenvolvimento da criança e seu ambiente psicoafetivo.


Dra. Cintia P. U. Schames - Odontopediatra
Patricia S. Elias
- Ass. Pedagógica

IMPRESSÃO DOS DEDOS

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